sexta-feira, 17 de abril de 2015

qual Fénix renascida das cinzas (mas com as penas ligeiramente chamuscadas)

depois de uma cervicalgia de caixão à cova me encostar ao estaleiro (ainda não estou a 100%), de uma síndrome febril indeterminada que atacou o piolho lá de casa e o deixou 2 dias sem ir à escola - que ao que parece é o que se designa por doença da chapada (porque faz duas rosetas vermelhonas nas bochechas) ou 5ª doença e é provocada por um qualquer parvovírus - voltamos às rotinas e toma lá uma viagem ao final do dia para o Porto, uma dormida numa cama (e uma almofada!!!) que não a tua e um sábado inteiro a trabalhar que isso passa-te logo, minha calona!

segunda-feira, 13 de abril de 2015

diz que hoje é dia internacional do beijo

fiquem com a cena do beijo de uma das minhas comédias românticas favoritas (aos 3 minutos):




olha, e já agora fiquem também com O beijo de outra daquelas comédias românticas que ninguém dá nada por elas mas depois toda a gente se aninha aos domingos no sofá a ver (aos 15 segundos):



tá visto



e confirma-se: vale (única e exclusivamente) pela banda sonora.

Lisbon Week

ou Socorro, o meu bairro foi invadido por hipsters!

tenho o queixo numa borbulha

(sim, leram bem... não é uma borbulha no queixo, é o queixo numa borbulha!)

#avidaemflashes

daquela vez em que íamos de carro, todos juntos – os do costume – algures na Europa Central (entre Amesterdão e Bruxelas?) e eu acordei repentina e animadamente a entoar sin, sin, sin, look where we’ve been and where we are tonight do Robbie Williams, que tocava na rádio.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

tão bom. tão eu. obrigada Leididi.

A primeira vez que li um livro de Alice Vieira fiquei triste. Não me lembro que livro era mas lembro-me da sensação de tristeza. Hoje sei que não era tristeza, era uma emoção tão forte, um misto de admiração, alegria por ter descoberto um livro assim, o desejo de um dia escrever tão bem como ela, contar histórias tão bonitas. Confundi com tristeza o sentimento mais forte que tenho, e aquele em que se transformam as minhas emoções quando me vejo assoberbada. Mesmo que seja uma onda de alegria, transforma-se sempre em tristeza e dor. Não sei porquê.

#avidaemflashes

Eu e a A., teenagers, a lanchar na pastelaria e a elaborar listas de convidados para as nossas festas de anos com semanas (meses!?) de antecedência. Escrevíamos os nomes em guardanapos e riscávamos e voltávamos a escrever, debatendo ao pormenor cada uma das presenças.

#avidaemflashes

a minha irmã ligava para o número de telefone do Agora Escolha e fingia que era atendida, falava e escolhia o programa que queríamos ver. e eu acreditava que o nosso voto era contabilizado. e era feliz.

(olha, nem de propósito: diz que hoje é dia dos irmãos... beijos mana grande)

quinta-feira, 9 de abril de 2015

porque tudo o que é demais enjoa... tal como o açúcar!


em alternativa, deixo-vos esta entrevista, anterior à tão badalada reportagem da SIC. É extremamente informativa e também está muito bem feita.  

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Untitled #30

hoje, com uma ajudinha inspiracional deste novo blog no pedaço

this one, stays in the family

e sai mais um bebé para 2015. baboom!

terça-feira, 7 de abril de 2015

Lourenço,

chegaste ao mundo à hora de almoço, como eu. nos meus sonhos eras uma Laurinha, acho que só agora que olhei para esses teus olhos que já vinham tão abertos para a vida fora do útero é que te encaixei como Lourenço. muito mais tempo demorei a encaixar a tua mãe como mãe (acho que só quando a abraçar e te pegar é que me vai cair a ficha definitivamente!). tu ainda não sabes mas escolheste os melhores pais do mundo e uma família com F grande para nasceres. Lourenço, ouve bem o que te digo, tu és fruto de uma das histórias de amor mais bonitas que conheço... um amor sólido, amadurecido pelo tempo, sem pressas, feito de respeito e cumplicidade entre duas pessoas individualmente maravilhosas. é que tu ainda não sabes, mas a tua mãe tem um dom... a tua mãe, Lourenço, é uma espécie de íman de coisas boas. é uma super-cola 3 de pessoas do bem. e o teu pai, é daquelas pessoas em que intuitivamente sabes que podes confiar a 100%. é por isso, Lourenço, que tu és um pequeno tesouro e que esta tia (que vais ter tempo de conhecer) está completamente rendida à tua chegada. e é por isso que sei que estás destinado a ser uma boa pessoa e a ser infinitamente feliz.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

BRUTAL!